Eu sou.
Não, você aparenta ser.
Ou melhor, você é aquilo que os outros acreditam que você é.
É?
Não sei, você que tem que me responder.
O famoso: "ser ou não ser, eis a questão" mostra o quanto shakespeare compreendia a alma humana. Ela é cheia de soberba regada a falsa modéstia. Com que intuito digo isso?
Com o de mostrar o quão rodados de hipocrisia estamos.
Hoje em dia, ninguém ode mostrar que é mehor que outro, ou ainda, demonstrar que sabe disso. Apenas se o estiver fazendo em prol do próximo ou se for um famoso jogador de futebol. E mesmo assi mestá sujeito ao julgo dos menores, inúteis, invejosos e como diria um amigo meu, os Vermes. Estamos vivendo a era do ter que parecer.
Não podemos mais nos orgulhar de nossas criações e atos, pois isto é estar se vangloriando a esmo. Porém devemos exaltar o trabalho de outros que muitas vezes não possuem o menor mérito por suas produções.
Isso é hipocrisia, incompetentes não devem ser elogiados e esforçados sim.
Que se ponha abaixo a teoria do Dom, isso não existe, as pessoas ralam anos para conseguirem ser exímios no que executam. Apenas, alguns tem mais genes disponíveis para fazer determinadas funções que outros.
No momento em que vivemos em uam sociedade que critica todo aquele que conhece e reconhece seu trabalho (veja bem que não remeto ao narcisismo) ela crítica a auto-estima. Ela a destrói e a corrói da maneira mais vil, atacando-a no local de origem. Pois não há melhor orgulh do que realizar algo com muito suor e poder dizer: "Ficou muito bom. Eu sou muito bom nisto mesmo." Porque isto pode apenas ser bem-vindo quando é da boca do próximo?
Porque não devemos nos conhecer bem. Assim tanto nossos talentos, quanto suas ausências ficam latentes esperando pelo estímulo. Assim aqueles que não possuem o talento que gostariam, não precisam sentir inveja do próximo.
Se você não sabe fazer, aprenda. Vai no google que ele te ensina!
Não há desculpa para a hipocrisia da condenação do saber que experimentamos hoje. Uma sociedade que exalta a ignorância de si mesmo. Elevando assim a opinião do próximo. Pois o que conta não é o que você sabe e conhece a respeito de si mesmo. Mas o que os outros reconhecem sobre você.
pois são eles que respiram, comem, amam e sofrem pela sua pele correto?
Sendo assim, deixem-nos pagar nossas contas.
Deturpar o conhecimento do eu através da falsa modéstia é uma ignorância que experimentamos e incentivamos.
Então, quando fizer algo que se orgulhe, grite aos quatro vento o quanto você realmente gostou. orém nunca se esqueça que elogios e críticas construtivas são semre bem-vindos, tanto ao seu trabalho quanot o do próximo. O Elogio sincero é o verdadeiro bem-querer, a crítica construtiva real é a porta para o aperfeiçoamento do ser.
Então abra bem os ouvidos, mas não esqueça de sempre ver com SEUS olhos e não através das lentes embaciadas da hipocrisia.
Não, você aparenta ser.
Ou melhor, você é aquilo que os outros acreditam que você é.
É?
Não sei, você que tem que me responder.
O famoso: "ser ou não ser, eis a questão" mostra o quanto shakespeare compreendia a alma humana. Ela é cheia de soberba regada a falsa modéstia. Com que intuito digo isso?
Com o de mostrar o quão rodados de hipocrisia estamos.
Hoje em dia, ninguém ode mostrar que é mehor que outro, ou ainda, demonstrar que sabe disso. Apenas se o estiver fazendo em prol do próximo ou se for um famoso jogador de futebol. E mesmo assi mestá sujeito ao julgo dos menores, inúteis, invejosos e como diria um amigo meu, os Vermes. Estamos vivendo a era do ter que parecer.
Não podemos mais nos orgulhar de nossas criações e atos, pois isto é estar se vangloriando a esmo. Porém devemos exaltar o trabalho de outros que muitas vezes não possuem o menor mérito por suas produções.
Isso é hipocrisia, incompetentes não devem ser elogiados e esforçados sim.
Que se ponha abaixo a teoria do Dom, isso não existe, as pessoas ralam anos para conseguirem ser exímios no que executam. Apenas, alguns tem mais genes disponíveis para fazer determinadas funções que outros.
No momento em que vivemos em uam sociedade que critica todo aquele que conhece e reconhece seu trabalho (veja bem que não remeto ao narcisismo) ela crítica a auto-estima. Ela a destrói e a corrói da maneira mais vil, atacando-a no local de origem. Pois não há melhor orgulh do que realizar algo com muito suor e poder dizer: "Ficou muito bom. Eu sou muito bom nisto mesmo." Porque isto pode apenas ser bem-vindo quando é da boca do próximo?
Porque não devemos nos conhecer bem. Assim tanto nossos talentos, quanto suas ausências ficam latentes esperando pelo estímulo. Assim aqueles que não possuem o talento que gostariam, não precisam sentir inveja do próximo.
Se você não sabe fazer, aprenda. Vai no google que ele te ensina!
Não há desculpa para a hipocrisia da condenação do saber que experimentamos hoje. Uma sociedade que exalta a ignorância de si mesmo. Elevando assim a opinião do próximo. Pois o que conta não é o que você sabe e conhece a respeito de si mesmo. Mas o que os outros reconhecem sobre você.
pois são eles que respiram, comem, amam e sofrem pela sua pele correto?
Sendo assim, deixem-nos pagar nossas contas.
Deturpar o conhecimento do eu através da falsa modéstia é uma ignorância que experimentamos e incentivamos.
Então, quando fizer algo que se orgulhe, grite aos quatro vento o quanto você realmente gostou. orém nunca se esqueça que elogios e críticas construtivas são semre bem-vindos, tanto ao seu trabalho quanot o do próximo. O Elogio sincero é o verdadeiro bem-querer, a crítica construtiva real é a porta para o aperfeiçoamento do ser.
Então abra bem os ouvidos, mas não esqueça de sempre ver com SEUS olhos e não através das lentes embaciadas da hipocrisia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário